Álbum de Fotografias > Em Conferência  
24ª Conferência Regional da FAO para África, Bamako, 2006.
A Pastoral da Juventude e as Obras Missionárias Pontifícias, S. Domingos de Rana, 2004

World Symposium on the Information Society, PALEXPO Genebra Dezembro 2003

Cabinas Portuguesa e Árabe WSIS 2003

Conferência Mundial de Radiocomunicação UIT Genebra Junho 2003

CMR 2003

UIT, 1998

Conferência de imprensa, 1993

Viagem Presidencial à India, 1992

Visita do Presidente Mário Soares à India, 1992

Doing Business with Foreign Partners: executive programme for Lusophone Africa, Instituto Nacional de Administração, Oeiras, 1991

Visita a Portugal da Subcomissão para a Cooperação em materia de defesa da Assembleia do Atlântico, 1991

Congresso da Federação Internacional dos Arquivos de Filmes, Lisboa, 1989

Colóquio Portugal e os Direitos Humanos, MNE, Lisboa, 1988

Colóquio Portugal e os Direitos Humanos, MNE, Lisboa, 1988

Visita do Presidente do Parlamento Europeu Pierre Pflimlin à Assembleia da República 1986

Visita a França do Presidente de Moçambique Samora Machel, 1982

   

Visita do Presidente João Figueiredo do Brasil a França, 1979

O início da interpretação simultânea

A interpretação simultânea é hoje usada por muitas instituições internacionais e todo o tipo de assembleias multilingues mas são relativamente recentes a formação especializada e o sistema técnico que tornaram possível trabalhar em várias línguas.
Nos séculos XVIII e XIX os assuntos internacionais eram tratados em francês, que era a língua da diplomacia nessa época. Entre as duas guerras, a Liga das Nações conduzia as suas reuniões em francês e inglês, com interpretação consecutiva. O intérprete tomava notas do discurso, por vezes longo, e a seguir reproduzia-o noutra língua, a partir da tribuna.

Depois da Segunda Guerra Mundial, quando foi criado o Tribunal Internacional de Nuremberga para julgar os criminosos de guerra , houve a necessidade urgente de interpretação de inglês, francês, russo e alemão. Usar a interpretação consecutiva iria prolongar consideravelmente a duração dos processos. A tarefa de arranjar uma solução foi confiada ao Coronel Leon Dostert, que fora intérprete do General Eisenhower e que era bilingue. Dostert estava convencido de que era possível ouvir um orador e reproduzir o seu discurso noutra língua, ao mesmo tempo. Também compreendeu a importância de os intérpretes terem uma boa visão dos oradores e da sala, para uma melhor compreensão da situação. Nos julgamentos, os intérpretes encontravam-se instalados próximo dos réus. Estavam distribuídos por três equipas de 12 e o seu trabalho encontrava-se rigorosamente cronometrado: enquanto a equipa A trabalhava durante 45 minutos, a equipa B ouvia o processo numa sala ao lado. Após uma pausa, as equipas A e B revezavam-se. Durante esse turno a equipa C tinha meio dia de repouso. O rigor posto na organização dos serviços de interpretação em Nuremberga contribuiu para demonstrar as vantagens da interpretação simultânea.

Hoje o Parlamento Europeu e o Conselho da União Europeia trabalham com 20 línguas oficiais, o que faz do planeamento e recrutamento de intérpretes uma tarefa complexa, apoiada na informática. O que os computadores ainda não conseguiram fazer foi compreender e reproduzir noutras línguas as subtilezas de uma língua falada. Falar é exprimir, entre outras coisas, uma determinada cultura, um contexto social. Revela-se no discurso uma disposição pessoal e uma intenção . Só a mente do ser humano é capaz de fazer a síntese e reconstituir a mensagem noutra língua.

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CD ROM sobre a história da Tradução e da Interpretação
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